quinta-feira, 20 de maio de 2010

Caminho Certo


Será que as pessoas entendem que o caminho certo nem sempre é aquele para qual somos guiados?
Os instintos geralmente nadam contra a maré
E quase sempre nossa intuição está certa

O melhor momento para se livrar do que poderá ser decadente é enquanto ainda está no alto
O que parece bom hoje, poderá não ser amanhã
O que te destroi hoje, certamente terá sido bom amanhã

O melhor caminho é sempre o mais difícil
Por que será que não tenho nenhuma surpresa?
Se eu desistir agora, eles vencem. Ponto!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Christina Aguilera lança novo single


The Wait is Over! Christina Aguilera está oficialmente de volta, com seu novo single “Not Myself Tonight”, que acabou de ser lançado em seu site Oficial.

O single faz parte do álbum Bionic, que estará nas lojas de todo o mundo dia 8 de Junho.

domingo, 14 de março de 2010

Descoberta civilização pré-européia na Amazônia


Áreas desmatadas da Amazônia revelam vestígios de uma sociedade desconhecida no norte do Brasil

Com a ajuda do Google Earth, pesquisadores descobrem centenas de desenhos geométricos feitos no solo – os chamados geoglifos. Entre os sinais deste tipo mais famosos já encontrados no mundo, destacam-se as linhas de Nazca, no Peru.

São mais de 200 locais e 210 estruturas distribuídas em uma área de 250 km de largura que incluem círculos e quadrados perfeitos, muitos conectados por estradas retas. Esses enormes desenhos são formados de canais com 11 metros de largura e de um a três metros de profundidade. Eles ainda possuem barreiras laterais entre 0,5 e um metro, erguidas com os depósitos das escavações. Os círculos têm diâmetros que variam de 90 a 300 metros.

As figuras foram datadas como sendo do ano 1.283DC, mas é possível que alguns tenham sido feitos até 200DC. Os primeiros foram descobertos em 1999, depois que grandes áreas da floresta foram desmatadas para criação de pastagens. Os locais de buscas estão concentrados no Acre, Amazonas e norte da Bolívia.


Segundo os autores, o serviço do Google dá muito pouca cobertura a essas áreas não-urbanas, o que leva a crer que os desenhos encontrados representam apenas 10% do que ainda deve ser descoberto.

A equipe de pesquisa, que inclui Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará, e Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, acredita que as grandes medidas das estruturas são um indício do tamanho da população que vivia no local.

Segundo eles, para formar desenhos como estes seriam necessárias pelo menos 300 pessoas – e que, no total, essa civilização deveria contar com 60 mil membros. As escavações no local revelaram também indícios de habitação, como cerâmicas, carvão e pedras lascadas como ferramentas.


Os autores das obras escolheram um platô de 200 metros de altura para construir a maioria dos desenhos, o que teria dado a eles a vantagens na defesa e uma vista clara para a chegada de possíveis inimigos.

Os pesquisadores acreditam que essa região da América do Sul era repleta de sociedades complexas, provavelmente dizimadas por doenças trazidas por colonizadores há 500 anos. O estudo muda a tese de que a área só poderia suportar pequenas vilas de moradores.

A equipe publicou as descobertas no jornal Antiquity.

Fonte: Revista Info.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Homem afirma conversar com ETs


24/12/2009 - Geral

Homem afirma conversar com ETs

Contatos com os seres de outro planeta teriam começado nos anos 90, quando ele avistou uma nave no Núcleo Beija-Flor

O bauruense Adelson Rubens dos Santos, 27 anos, dá a impressão de ser uma pessoa para lá de comum. Como boa parte dos homens adultos, ele é casado, tem um emprego com carteira assinada numa indústria gráfica da cidade e possui uma casa na Vila Santa Luzia. Também é fã de capoeira e música (um de seus hobbies é tocar violão). Porém, é possível que existam mais mistérios por trás dessa rotina aparentemente tranqüila (por que não dizer trivial?) do que supõe nossa vã filosofia (como já diriam William Shakespeare e Sílvio Santos, dos tempos de radialista).

O rapaz afirma manter contato com seres de outros planetas há mais de uma década. Tudo começou numa noite, em setembro de 1995. Eram por volta das 22h30 e o adolescente Adelson retornava de uma academia no Núcleo Mary Dota, onde praticava capoeira.

“Eu estava no Beija-Flor, quando percebi que uma nave alaranjada sobrevoou o bairro e seguiu em direção ao Octávio Rasi”, conta. O objeto aparentava ter uma espécie de luz em seu interior. Adelson deixou cair o berimbau que estava em sua mão e permaneceu parado, observando o céu. “Senti uma forte tontura e perdi o fôlego”, afirma.

Até então, ele garante que não dava muita importância a assuntos relacionados a ufologia ou extraterrestres. “Daquele dia em diante, passei a ter contato com luzes que apareciam do nada. Depois, fui saber que se tratavam de sondas que vinham até mim preparar minhas vibrações para os contatos futuros”, explica.

Segundo ele, as tais luzes seriam denominadas ente-ais e teriam formato ovalado. As sondas seriam brancas, mas assumiriam um tom avermelhado no decorrer do contato. “Elas passavam para mim uma sensação de segurança”, garante.

O primeiro contato físico de Adelson com os seres ocorreu em agosto de 1999, época em que ele ainda morava no Núcleo Beija-Flor. O rapaz havia acabado de chegar do trabalho. Naquele dia, como de costume, deitou-se no quintal para ler. Inesperadamente, uma nave teria pousado no imóvel.

De seu interior, saiu um indivíduo grande (tinha mais de dois metros de altura, segundo Adelson), encorpado e de pele bastante clara. Seus olhos seriam meio puxados, bem maiores do que os de uma pessoa normal. Além disso, seriam inteiramente azuis. Seus cabelos foram descritos como loiros e ondulados.

A criatura identificou-se como o “Emissário da Palavra Divina”. Em nosso idioma, disse para que Adelson não se assustasse e pôs a mão no lado esquerdo do peito do rapaz. “A voz dele era meio robotizada e seus olhos brilhavam a todo instante. Isso me distraiu um pouco. Ele pediu para que eu não tivesse medo, pois precisava manter minhas energias positivas se quisesse que os contatos continuassem”, afirma ele.

Na segunda visita, o “Emissário” resolveu fornecer seu verdadeiro nome. Disse chamar-se Zuian Astariniani. Também seria conhecido por seus pares - o povo de Erepsuraredidani, supostamente, o quinto planeta do 20.º sistema solar da galáxia - como Comandante Biso.

De acordo com Adelson, os fenômeno chegou a ser presenciado por vizinhos. Mas, em vez de nave e extraterrestre, eles avistavam apenas uma nuvem no quintal. Durante a visita, Comandante Biso teria dito a Adelson que todos os planetas do sistema solar são habitados por seres inteligentes, exceto Mercúrio e Saturno. “Porém, há luas de Saturno que são povoadas”, garante Adelson. Segundo o extraterrestre, essas formas de vida são criaturas que se adaptaram às condições físicas e climáticas dos outros planetas.

O “Emissário” teria dito ainda que nossa espécie - uma das 49 raças humanas existentes no cosmo - tem sofrido manipulação genética por parte de seres da constelação de Órion (os greis), por cerca de 600 mil anos.

“Eles (os seres) são altamente desenvolvidos psiquicamente e fazem essa manipulação para impedir a evolução de nossa raça. Dessa forma, têm mais sucesso em dilapidar os recursos de nosso planeta”, afirma Adelson. Segundo o extraterrestre, essa estratégia se torna mais eficiente quando a temperatura média do planeta fica em torno de 60º C.



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Casos cada vez mais comuns


O empresário e ufólogo Francisco Pires de Campos afirma que casos como o relatado pelo bauruense Adelson Rubens dos Santos estão se tornando mais comuns a cada ano que passa. “Conheço inúmeras histórias de pessoas que passaram por cirurgias psíquicas. Em geral, quem sofre esse tipo de experiência vê aumentarem suas energias mentais”, diz.

Na visão de Pires, os extraterrestres tentam há séculos avisar a humanidade a respeito da necessidade de se cuidar melhor do planeta. “Faz tempo que querem nos alertar a respeito do modo predatório como lidamos com os recursos naturais. Agora, com o avanço do aquecimento global, o mundo está sendo dominado por uma grande confusão. Se nada for feito a tempo, a humanidade corre sérios riscos de sucumbir”, diz.



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‘Mundo passará por reciclagem’


Entre as mensagens deixadas pelo “Emissário da Palavra Divina” ao bauruense Adelson Rubens dos Santos, 27 anos, estaria o alerta de que nosso planeta passará por uma grande “reciclagem”, dentro dos próximos anos. “A Terra tenta se mover para uma dimensão superior, mas nosso apego às coisas negativas impede que isso ocorra. Ou a raça humana evolui de vez, ou o mundo irá se limpar sozinho”, garante o rapaz.

A partir de 1999, Adelson passou a ficar em contato permanente com os seres do outro mundo. Numa dessas visitas, o extraterrestre Zuian Astariniani teria afirmado ao bauruense que todas as pessoas nascidas a partir de 1971 na Terra possuiriam uma energia psíquica mais elevada. Esse suposto fenômeno estaria relacionado às transformações previstas para ocorrer em breve no planeta. O processo teria se iniciado em 1998.

O último contato físico de Adelson com Zuian teria ocorrido em 2002. Nessa ocasião, o rapaz afirma ter sido convidado para conhecer o interior da nave. Teria sido informado, ainda, de que mais quatro pessoas - dois brasileiros, uma norte-americana de 9 anos de idade e um chinês de 49 - estariam recebendo as visitas dos seres.

“Naquele dia, Zuian me falou que iria deixar uma prova para todos, a respeito de meus encontros com os seres de outro planeta”, conta Adelson. Um objeto em forma de ferradura teria sido implantado em seu pescoço, por meio de uma cirurgia psíquica.

A reportagem teve a oportunidade de notar que, de fato, o rapaz possui algo na altura de sua garganta. O suposto objeto só é percebido quando apalpado. “Até os médicos que me atendem costumam ficar surpresos. Eles não entendem como essa coisa foi parar em meu corpo”, afirma. O pescoço de Adelson não tem cicatriz alguma que possa indicar que ele passou por uma operação convencional. O implante teria elevado a capacidade mental do gráfico.

Hoje, ele afirma ser capaz de mover objetos usando sua energia psíquica. Ele fez uma pequena demonstração dessa habilidade, fazendo uma faca girar em torno de seu eixo sobre uma pia de cozinha, sem usar as mãos. Pelo que foi possível notar, o rapaz não carregava nenhum imã escondido.

Foi solicitado a ele que movesse um anel de ouro. Ele tentou, mas não obteve êxito. Adelson alegou que o formato arredondado da jóia atrapalha a canalização da energia psíquica. Os seres do outro mundo teriam prometido ao bauruense que fariam mais uma visita física a ele.

O encontro deverá ocorrer em dezembro do ano que vem. Adelson acredita que essa será a última vez que ele falará com seus amigos das outras dimensões. “Depois disso, minha missão estará encerrada”, explica. Ele garante que ainda mantém contato mental com os extraterrestres. O fato costuma causar estranhamento em certas pessoas que convivem com o rapaz, no dia-a-dia.

“Tem gente, principalmente os mais religiosos, que me chamam de bruxo. Mas aqueles que me conhecem de verdade sabem que sou uma pessoa séria”, afirma.

(Rodrigo Ferrari - Jornal da Cidade de Bauru)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

1º Condomínio Fechado LGBT em SP: Condomínio Felicitá


O primeiro condomínio fechado de casas populares GLS em São Paulo, o condomínio Felicitá é no bairro Boa Vista em Suzano.

Suzano nunca mais será o mesmo!

São 31 casas a preços populares para comunidade GLS, área total do condomínio 7.850m².

Casas com 48,50m² construídas em terrenos variáveis à escolha, com sala, cozinha americana, dois quartos, banheiro, lavanderia coberta, área de serviço, jardim com jardineiras, uma vaga de garagem, salão de festas, arvores frutíferas de amora e ameixa em todas as casas, atendimento de portaria 24 horas.

Pronto para morar, ar puro e excelente localização, ao lado do comercio local.

A construtora responsável pelo projeto é a Florcanol Incorporadora, com financiamento pela Caixa Econômica Federal

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Almofadas Lindas e Deliciosas


A fabricante FOM lançou vários pufes, almofadas e travesseiros, com vários formatos. O diferencial são as estampas e o conforto. No quesito estampa, por exemplo, existem monstrinhos de vários tipos, jeitos e caras para agradar qualquer um!

Os encostos e assentos são para você que precisa para apoiar a coluna e para sentar-se confortavelmente. Especialmente desenhados para quem sente dores ou precisa de apoio extra com muito conforto. A FOM ainda tem acessórios para massagem, peças desenhadas especificamente para ajudar na prática da yoga e acomodar o corpo com total conforto na hora de receber massagem. Os travesseiros são resultado de uma longa pesquisa sobre como as pessoas dormem, quais apoios ajudam a relaxar e obter um sono de boa qualidade. Projetados com formas e reentrâncias específicas para acomodar com máximo conforto a cabeça e o pescoço. E os pufes, além de decorar qualquer ambiente, ajudam a relaxar. A FOM conta ainda com a linha de rolos, Mamãe e Bebê, apoios para pescoço, os comics, bichinhos, acessórios e estampas, com peças exclusivas de ediçõe limitada.

Todo FOM é feito de uma capa ultra macia de poliamida e elastano e enchimento de micropérolas de poliestireno e muita pesquisa em design e ergonomia, para dar o toque ultra confortável e a forma que se adapta perfeitamente ao formato do corpo com o mais leve toque.

O poliestireno expandido (EPS) é um tipo de isopor leve e espumado, que passa por um tratamento especial para se tornar fino e macio, apropriado para ser usado como enchimento dos produtos Fom. É um material inodoro, atóxico, isolante térmico, 100% reciclável e que não usa o gás CFC na sua fabricação.

Não polui o meio ambiente, não contamina o solo nem os lençóis freáticos, por ser totalmente inerte não é atacado por micro organismos (fungos ou bactérias).

Acesse o site Oficial.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Blecaute em Bauru em 1999: 10 anos sem Explicação!


11/11/2009 - Bairros

Apagão de 1999 foi atribuído a raio em subestação de energia em Bauru

O maior apagão que deixou às escuras o País ocorreu em março de 1999 atribuído a um suposto raio na subestação de Bauru. A justificativa nunca foi levada a sério e, após mais de sete anos, um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) comentou novamente o blecaute, considerado o maior do Brasil em número de pessoas atingidas, e derrubou a versão divulgada na ocasião de que um raio perfurara um equipamento da subestação de Bauru, mas o estudo manteve o mistério porque não apontou a causa do blecaute. Em março, o Jornal da Cidade (Bauru) noticiou que, de acordo com o conselho, o responsável pelo apagão foi o Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), consórcio privado que assumiu o controle da distribuição de energia em 1998, que permitiu que houvesse concentração de cargas no sistema interligado, gerando um efeito dominó de queda de energia. O Crea também relacionou o acontecido à falta de investimentos federais na área de transmissão.

Em 11 de março de 1999, cerca de 31 milhões de pessoas em dez Estados ficaram no escuro das 22h16 do dia 11 de março até 4h15. A explicação anterior para o apagão era de que uma descarga atmosférica havia atingido um equipamento da subestação da Companhia Energética de São Paulo em Bauru, o que teria desligado a potência equivalente a 20 mil megawatts.

Diversas linhas ligadas à subestação foram sendo desligadas, provocando uma grande oscilação no sistema e culminando no blecaute, ou seja, num efeito cascata, que acabou atingindo vários Estados. Sem saber o que estava acontecendo, a população, tanto de Bauru quanto das demais cidades atingidas, começou a ficar preocupada quando a energia não era restabelecida com o passar dos minutos.

Em busca de informações, as pessoas ligavam para os serviços de emergência, como Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além das companhias de energia e órgãos de imprensa, sem encontrar resposta para o blecaute. Os semáforos pararam de funcionar e houve congestionamentos recordes em São Paulo. Em algumas localidades, a energia só foi restabelecida nas primeiras horas do dia 12.

Estudo do Inpe divulgado pelo JC neste ano desmente a versão divulgada pelas autoridades do setor elétrico na época do blecaute, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Para chegar a essa conclusão, o Inpe usou um programa que indica a probabilidade de um raio não-identificado pela rede nacional que detecta esses fenômenos ter ocorrido em local e horário determinados.

Após analisar os dados meteorológicos do dia do blecaute (11 de março de 1999), o programa mostrou ser zero a chance de um raio ter atingido a região. O ministro de Minas e Energia na época do blecaute, Rodolpho Tourinho, minimizou as conclusões do estudo. “O importante era detectar as causas e tomar providências. Isso foi feito”. Ele negou que o governo tenha mentido. Disse que a informação sobre o raio partiu do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O órgão e o ministério não comentaram o estudo.

O Instituto de Pesquisas Meteorológicas da Unesp (IPMet) informou, na ocasião, que por volta de 21h10 do dia 11 havia uma célula chuvosa de intensidade moderada forte, vinda da região de Avaré, e uma outra, menos intensa, vindo de Marília, se aproximando de Bauru. Elas perderam força a cerca de 50 km de distância, mas alguns raios podem ter atingido a cidade. Na época, cogitou-se a hipótese de um "raio de céu aberto".

(Tisa Moraes/Com Redação - Jornal da Cidade)


Confira matéria da Revista VEJA em 17 de março de 1999:

Desde que se acendeu a primeira lâmpada no país, em 1879, nunca houve um blecaute tão abrangente quanto o da quinta-feira passada. Antes dele, o maior ocorreu em 1985, afetou nove Estados e foi superado em três horas. Desta vez, o eclipse atingiu dez Estados e o Distrito Federal, e a situação só foi inteiramente contornada mais de quatro horas depois — quando São Paulo, o último Estado a ter energia de volta, pôde enfim reacender as luzes. Estima-se que cerca de 60 milhões de moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficaram sem eletricidade (número contornado para 31 milhões atualmente), uma multidão de gente no escuro como nunca se viu. Na Argentina, que acaba de sair de um apagão de onze dias, pouco mais de 100.000 pessoas foram afetadas. No grande blecaute de 1965, ocorrido nos Estados Unidos e Canadá, a luz só voltou treze horas depois, mas afetou 30 milhões de pessoas. Além de bater esses recordes, o blecaute da semana passada só teve explicação vinte horas depois, no fim da tarde de sexta-feira. Segundo o Ministério das Minas e Energia, a causa foi um raio que atingiu a subestação de Bauru, no interior de São Paulo. "Foi um fato excepcional. Não há razão para duvidar da confiabilidade do sistema elétrico brasileiro", disse o ministro Rodolpho Tourinho, das Minas e Energia. Se, realmente, o raio foi a razão do blecaute, haverá aí um novo recorde: é a primeira vez, desde que o país criou o sistema interligado de energia, há 25 anos, que um raio provoca um blecaute. O acidente levou o caos às grandes cidades, paralisando o trânsito e facilitando a ação de assaltantes e arrombadores.

Não existe sistema energético 100% seguro e, na década passada, houve um caso semelhante na Áustria, quando um raio provocou um blecaute. O problema, descobriu-se depois, foi que os sistemas de controle das usinas austríacas haviam sido modernizados. Eram eletromecânicos e passaram a ser eletrônicos. O sistema é mais moderno e eficaz, mas muito mais sensível às oscilações de corrente elétrica, como as provocadas por um raio, e portanto requer que toda a fiação seja blindada. Na subestação de Bauru, fez-se a mesma modernização, que aliás está ocorrendo em boa parte das usinas do país. Acontece que em Bauru se fez também a blindagem dos fios — o que torna mais misterioso o acidente da semana passada. Na Áustria, a blindagem dos fios mostrou-se suficiente para enfrentar os raios. Aqui, ainda é preciso investigar o que na verdade ocorreu. Se a hipótese de que o raio provocou o blecaute se provar correta ao cabo de todas as investigações, será um alívio. Uma tempestade elétrica é um evento fortuito. Não há motivo para ficar imaginando que novos raios vão danificar as subestações no futuro. (...)

(Copyright © 1999, Abril S.A.)


* Leia, também, sobre a investigação pessoal do repórter especial da Rede Globo do Rio de Janeiro na época, Luiz Carlos Azenha.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Especial da Revista VEJA: O fim do mundo em 2012

Especial: O fim do mundo em 2012
Os planetas, as estrelas, o calendário maia e, é claro, uma superprodução de Hollywood reavivam a ideia aterrorizante do apocalipse e levantam uma questão: por que continuamos a acreditar em profecias finalistas apesar de todas elas terem fracassado redondamente?

(André Petry, de Nova York)


O escritor Patrick Geryl tem 54 anos, escreveu uma dezena de livros, nunca se casou, não tem filhos e atualmente anda muito ocupado preparando-se para o fim do mundo. Na semana passada, esteve em Sierra Nevada, no sul da Espanha, acompanhando uma equipe de televisão do Canadá, numa vistoria às habitações que estão sendo construídas ali. São ocas de cimento capazes de resistir ao cataclismo que, acredita Geryl, destruirá o planeta Terra no dia 21 de dezembro de 2012. "Queremos um lugar a uns 2 000 metros acima do nível do mar", explica. Ele e seu grupo pretendem levar 5 000 pessoas para um local que resistirá aos horrores do apocalipse. Será o último dia do resto da humanidade, acredita Geryl, um dia para o qual ele se prepara desde a adolescência, quando, aos 14 anos, na histórica cidade belga de Antuérpia, começou a se interessar pelo assunto lendo livros de astronomia. Ao voltar da Espanha, Geryl ocupou-se em relacionar os itens que devem ser levados para o bunker antiapocalipse. Na lista coletiva, havia 348, faltando ainda incluir os medicamentos. Na de uso individual, 86.


O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo por uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nessa data é porque depois dela não haverá mais o que contar. Posteriormente, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em mirabolâncias geológicas e astronômicas com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, devastadora tempestade solar e derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da Via Láctea – tudo em 2012 ou em 21 de dezembro de 2012.

Com tantas sugestões, a profecia ganhou as ruas. No dia 13 de novembro, terá lugar a estreia mundial de 2012, uma superprodução de Hollywood que conta a saga dos que tentam desesperadamente sobreviver à catástrofe final. No site da Amazon, há 275 livros sobre 2012. Nos Estados Unidos, já existem lojas vendendo produtos para o apocalipse. Os itens mais comercializados são pastilhas purificadoras de água e potes de magnésio, bons para acender o fogo. É sinal de que os compradores estão preocupados com água e fogo, numa volta ao tempo das cavernas. Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável. O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza – e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos consola. Por isso é que ela existe.

No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja aposta tão malsucedida quanto a de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano. Uma das explicações está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é casual e fortuito. As constelações no céu, por exemplo, são uma criação mental para organizar o caos estelar. Ao enxergarmos as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozoide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozoides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, poderia não ter acontecido. Veja os fins do mundo e seus fins, clicando no gráfico abaixo para ampliá-lo.


Recuando no tempo, a própria humanidade, analisada do ponto de vista científico, é fruto do acaso. Por um acidente, um peixe pré-histórico desenvolveu barbatanas que, à imitação de pernas ou patas, lhe permitiram enfrentar a gravidade da Terra e, assim, por acaso, viabilizou o desenvolvimento de vertebrados fora da água. Bilhões de anos depois, cá estamos nós, bípedes, inteligentes, comendo sorvete de morango, descobrindo a estrela mais antiga e nos deliciando com Elizabeth Taylor deslumbrante como Cleópatra. Tudo por acaso. A preponderância do aleatório sobre o determinado pode dar a sensação de desesperança, de que somos impotentes diante de todas as coisas. Talvez nisso residam a beleza e a complexidade da vida, mas o fato é que o cérebro está mais interessado em ordem do que em belezas complexas. Por isso, quando não vê significado nas coisas naturais, ele salta para o sobrenatural. "Nascemos com o cérebro desenhado para encontrar sentido no mundo", diz o psicólogo Bruce Hood, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, autor de Supersense: Why We Believe in the Unbelievable (Supersentido: Por que Acreditamos no Inacreditável). "Esse desenho às vezes nos leva a acreditar em coisas que vão além de qualquer explicação natural."

O achado de Hood foi descobrir que as crenças talvez não sejam fruto nem da religião nem da cultura, mas uma expressão de como o cérebro humano trabalha. É o que ele chama de "supersentido". É o supersentido que nos leva a bater na madeira, dar valor afetivo a um objeto ou conversar com Deus. A religião seria uma criação mental através da qual o cérebro atende a sua necessidade por sentido. O apocalipse, nesse caso, é uma saída brilhantemente engenhosa. Explica duas questões que atormentam a humanidade desde sempre: o significado da vida e a inevitabilidade da morte. Somos a única espécie com consciência da própria morte e, no entanto, não sabemos o significado da vida. Afinal, por que estamos aqui? A pergunta, em si, revela nossa busca por sentido, devido à nossa dificuldade de conviver com a possibilidade de que, talvez, não estejamos aqui por alguma razão especial. O apocalipse é uma resposta. Está descrito nos seus mínimos e horripilantes detalhes no Livro do Apocalipse, escrito pelo evangelista João, por volta do ano 90 da era cristã, quando estava preso, perseguido pelo Império Romano.


O começo do fim do mundo, diz João, será anunciado por sinais tenebrosos: um céu negro, uma lua cor de sangue, estrelas desabando sobre a Terra e uma sucessão de desastres varrendo o planeta na forma de terremotos, inundações, incêndios, epidemias. O Anticristo então dominará a Terra por sete anos, ao fim dos quais Jesus Cristo descerá dos céus com um exército de santos e mártires – e vencerá Satã, a besta. Depois de 1 000 anos acorrentado, Satã conseguirá se libertar e forçará Jesus Cristo a travar uma segunda batalha, a terrível batalha do Armagedom. Derrotado Satã, todos nós, vivos e mortos, nos sentaremos no banco dos réus do tribunal divino. Os bons irão para o paraíso celestial. Os maus arderão no fogo eterno. É uma narrativa tão magicamente escatológica que Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos, a chamou de "delírio de um maníaco". Bernard Shaw, o grande teatrólogo irlandês, disse que era o "inventário das visões de um drogado". Delírio ou visões, o Livro do Apocalipse explica tudo. O professor Ralph Piedmont, do Loyola College, em Maryland, especialista em psicologia da religião, afirma: "O Apocalipse de João explica a morte, ao informar que vamos ressuscitar, e dá sentido à vida, ao dizer que é uma provação".

Subsidiariamente, o apocalipse atende a outra necessidade humana, a de acreditar num mundo regido por uma ordem moral. Os historiadores atribuem o surgimento da visão apocalíptica ao persa Zoroastro, ou Zaratustra, que viveu uns 1 000, talvez 1 500 anos antes de Cristo. Ele foi o primeiro a falar de uma batalha cósmica entre o bem e o mal, mais tarde aproveitada pelos profetas Ezequiel, Daniel e, principalmente, João. "Num mundo em que, com frequência, os bons sofrem e os maus prosperam, a promessa de um julgamento moral é um consolo profundo", diz Michael Barkun, professor de ciência política da Universidade de Syracuse, que estuda a relação entre violência e religião. Eis por que o fim do mundo aterroriza mas também pode nos consolar. Nem sempre o apocalipse vem numa embalagem religiosa. A profecia de 2012 começou com base em eventos astronômicos e calendários antigos. Só depois recebeu a adesão de seitas espiritualistas e cristãs, mas originalmente 2012 é, digamos, um fim do mundo pagão. Se não é um fim com prêmio aos bons e punição aos maus, então por que acreditamos em profecias que nunca dão certo?

A explicação começou a surgir nos anos 50, quando o brilhante psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) resolveu testar uma hipótese revolucionária: a de que, diante de uma profecia fracassada, os fiéis não desistem de sua crença, mas, ao contrário, se aferram ainda mais a ela. Festinger e seus colegas se infiltraram numa seita do fim do mundo e descobriram exatamente o que imaginavam. O grupo era formado por quinze pessoas e liderado por uma dona de casa de Michigan, Marion Keech, que fora informada por extraterrestres de que o mundo acabaria com uma inundação no dia 21 de dezembro – olha a data aí de novo – de 1954. Antes da catástrofe final, Marion e seguidores seriam resgatados pela nave-mãe e levados para um lugar seguro. Na data e hora marcadas, eles se reuniram para esperar o resgate, e não apareceu nave nenhuma. Passou uma hora, e nada. Duas horas, e nada. Eles estavam tensos e preocupados, alguns começando a dar sinais de descrença naquilo tudo, até que, quase cinco horas depois, Marion foi novamente contactada pelos extraterrestres com uma novidade redentora: o grupo ali reunido, com o poder de sua crença, espalhara tanta luz que Deus cancelara a destruição do mundo. Os membros reagiram com entusiasmo. Haviam encontrado um meio de acreditar que a profecia, afinal, estava correta.

O caso foi contado no livro When Prophecy Fails (Quando a Profecia Falha) e se tornou um dos fundamentos do que veio a se chamar teoria da dissonância cognitiva. É a inclinação que temos para reduzir o profundo desconforto provocado por duas informações conflitantes – no caso, a crença de que o mundo vai acabar e a evidência incontornável de que o mundo não acabou. Há exemplos mais rotineiros, como o sujeito que sabe que o cigarro pode matar e, no entanto, fuma dois maços por dia. Tem-se uma "dissonância cognitiva", que precisa ser resolvida: ou o sujeito para de fumar ou racionaliza que o cigarro, no fundo, acalma, emagrece, seja o que for. Meio século depois, a tese de Festinger será ainda válida para explicar a crença inabalável em profecias finalistas? "É, ainda, a melhor explicação psicológica", diz Daniel Gilbert, da Universidade Harvard, autor de um trabalho pioneiro sobre como enxergamos o futuro – com lupa, diz ele, sempre dando a sucessos ou fracassos importância muito maior do que efetivamente terão quando (e se) acontecerem.

As profecias do apocalipse são um desastre como previsão do futuro, mas excelentes como alegorias do presente. A coleção de afrescos e pinturas clássicas que retratam o Juízo Final, como a obra-prima de Michelangelo na Capela Sistina, reflete o temor do tribunal divino e o domínio da Igreja Católica de então. Depois da II Guerra, os filmes de Hollywood, grandes difusores da catástrofe final, passaram a enfocar o fim do mundo como resultado de uma guerra nuclear ou de um monstro deformado pela radioatividade. Estavam narrando as aflições dos americanos com a bomba de Hiroshima e Nagasaki e a chegada da corrida armamentista com a União Soviética. É o momento em que o apocalipse começa a ter duas fontes – a religião e a ciência. Nos anos 60, com as profundas transformações varrendo os EUA, da Guerra do Vietnã à revolução sexual, do advento do computador ao movimento dos direitos civis, dos Beatles a Woodstock, o apocalipse mudou de lugar. "O livro da revelação deixou o gueto cristão e entrou no coração da política americana e da cultura popular", escreve Jonathan Kirsch em A History of the End of the World (Uma História do Fim do Mundo), um ótimo inventário do apocalipse.

Desde os anos 50, cada década tem pelo menos uma dúzia de filmes apocalípticos dignos de nota, de Godzilla a Apocalypto, de O Planeta dos Macacos a Matrix, de O Bebê de Rosemary a Presságio. Eles sempre narram algo do seu tempo. Há estudiosos que acreditam que mesmo o Livro do Apocalipse teria sido uma resposta às perseguições que os cristãos sofriam no Império Romano – e a besta, o Anticristo, o Satã seriam Nero, o imperador que tocou fogo em Roma. Como os apocalipses tomam a forma de sua época, o Anticristo se atualiza. Na II Guerra, era Adolf Hitler. Hoje, é Osama bin Laden. Isso é claro nos EUA, cuja condição de potência acaba por difundir suas neuroses e seus achados para o mundo todo. O apocalipse na cultura? Antes, eram os hippies com sua percepção extrassensorial e drogas alucinógenas. Depois, no ano 2000, foi o tecnoapocalipse, na forma do bug do milênio. O apocalipse na política? Antes, era o Exército Vermelho. Agora, é o terrorismo islâmico. Como disse Eric Hoffer (1902-1983), que passou a vida como estivador e filósofo: "Movimentos de massa podem surgir e se espalhar sem a crença num deus, mas nunca sem a crença num diabo".

Nenhuma das hipóteses do fim do mundo em 2012 mencionadas nesta reportagem faz sentido. O planeta Nibiru nem existe. A civilização maia, cujo auge se deu entre 300 e 900 da era cristã, tinha três calendários: o divino, o civil e o de longa contagem, que termina em 2012. "Mas os maias nunca afirmaram que isso era o fim do mundo", diz David Stuart, da Universidade do Texas, considerado um dos maiores especialistas em epigrafia maia. Uma mudança no eixo de rotação da Terra é impossível. "Nunca aconteceu e nunca acontecerá", garante David Morrison, cientista da Nasa, agência espacial americana. Reversão do campo magnético da Terra? Acontece de vez em quando, de 400 000 em 400 000 anos, e não causa nenhum mal à vida na Terra. Tempestade solar? Também acontece e em nada nos afeta. Derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da galáxia? Não haverá nenhum alinhamento planetário em 2012, e, bem, quem souber onde fica "o centro" da nossa galáxia ganha uma viagem interplanetária. Mas Patrick Geryl, que se prepara para o fim do mundo, está certo de que tudo termina em 2012. E se não terminar? Geryl pensa, olha para o alto e responde: "Não existe essa hipótese". Ele e seu grupo encontrarão uma boa explicação quando o dia raiar em 22 de dezembro de 2012. Afinal, é preciso se preparar para um novo fim do mundo.

Os dez dias que sumiram
O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: "A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares". E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: "A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós".

Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.

Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.

Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.

Para fugir das confusões do ano solar, há quem prefira as previsões com base no mês lunar – tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra. Na verdade, não resolve nada. Apenas se troca de problema. Para facilitar nossos cálculos, arbitramos que a Lua leva 29 dias e meio para dar a volta na Terra. Mas, na realidade, a Lua leva, precisamente, 29,53 dias – de novo, a caprichosa fração da natureza. Assim, se um ano tem doze meses e cada mês corresponde a uma lunação, a conclusão matemática é que um ano tem doze lunações. Era para ser, mas não é. As doze lunações, indiferentes à ordem humana, não levam 365 dias para se realizar, mas somente 354 dias, uma debochada diferença de onze dias em relação ao ano solar...! Por isso, é preciso que... Bem, diga-se apenas que é preciso recorrer à inventividade humana para conciliar o calendário e o universo. Fica claro que qualquer profecia anunciada com base em calendários, solares ou lunares, maias ou gregorianos, é mais ou menos uma brincadeira, pois nossas fórmulas numéricas, tão regulares e ordenadas, não traduzem a exata natureza dos eventos astronômicos, tão caóticos e irregulares. É quase como querer tirar a raiz quadrada do mar.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Músicas Recomendadas


Essa música é rara, tanto que para achá-la foram meses. Mas aqui está a música que marcou o meu aniversário neste ano, que teve como DJ convidado o top Maicon Storm, de Ribeirão Preto em uma edição especial do projeto Quintas Eletrônicas. A festa aconteceu na Labirinthus Lounge Mix (foto) dia 2 de julho.

"Soy la Princesa del Cielo, porque Non contigo mi Amor?"

Baixe agora mesmo "Regina's Reload".

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ovni é visto em Bauru. O que foi a Operação Prato?

Resolvi postar sobre um caso ufológico muito famoso, ocorrido no Brasil, que teve repercussão internacional, chamado Operação Prato, porque hoje o jornal mais tradicional de Bauru mais um vez publicou sobre a aparição de um óvni na cidade. A realidade é que os casos relatados sempre ganham contestações de todos os lados e o desfecho das histórias permanece aberto até o esquecimento. Leiam na íntegra a notícia sobre a aparição de ontem e um breve relato sobre o capitão que comandou a maior operação ufológica já realizada pelo Governo Brasileiro.

29/10/2009 - Geral

Objeto não identificado é visto nos céus de Bauru

Ontem, por volta das 20h, moradores de Bauru telefonaram para a Redação do JC sobre a aparição de um objeto voador não identificado (Ovni) nos céus da cidade. O objeto seria grande e estava localizado na direção da Bauru-Iacanga.

A hipótese de um balão meteorológico foi descartada por Fernando Tavares, meteorologista do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Unesp de Bauru.

Uma possibilidade levantada pelo especialista seria a visão da Estação Espacial Internacional, que dependendo da órbita, é possível ser vista em algumas regiões de São Paulo. Entretanto, ele ponderou que não poderia assegurar isso.



30/08/2009 - Ser

Minha história: A saga do capitão Uyrangê (foto)

Em 1976, na região oeste do Maranhão, começou um fenômeno ufológico que foi se espalhando para o Pará. Em 1977 houve mais de 130 avistamento de óvnis em dias diferentes. O brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, do 1º Comando Aéreo Regional (Belém) nomeou então o capitão Uyrangê Soares de Hollanda Lima para chefiar uns 24 militares numa ação militar secreta que se denominou “Operação Prato”.

O capitão não acreditava na existência de óvnis, mas com máquinas fotográficas, filmadoras e gravadores conseguiu reunir num relatório de 2.000 páginas 500 fotografias e 16 horas de filmagem.

Quatrocentas pessoas, em dias e lugares diferentes foram atingidas por luzes emitidas por óvnis. Luzes estas que sugavam o sangue das pessoas. A médica Wellaide Cecim (24 anos) participou da “Operação Prato”, acompanhando as vítimas.

Vítimas que sofreram queimaduras de 1º grau, tinham marcas de perfuração na pele, amortecimento parcial do corpo, dor de cabeça e tremor. O capitão Uyrangê, junto com outro oficial, viu muitas naves.

Uma delas a apenas 50 metros de sua cabeça, com uns 100 metros de comprimento, na margem do rio Guajará-Mirim, em dezembro de 1977. Ele filmou e fotografou o evento. Nahima Lopes de Oliveira Gonçalves (60 anos) afirma que seu pai, o brigadeiro Protásio, acreditava na existência dos óvnis.

Mas ele ordenou o fim da “Operação Prato” após a filmagem feita no rio Guajará-Mirim. Tudo ficou sob o carimbo de “confidencial”.

O capitão Uyrangê ficou abalado com tal ordem. Ele passou aos poucos a sofrer de uma depressão que o acompanhou até a morte, em 1997. Faleceu no posto de coronel.


(Gilberto Sidney Vieira)
- Matérias publicadas no Jornal da Cidade de Bauru

Veja abaixo dois vídeos completos sobre a Operação Prato, um dos mais intrigantes casos ufológicos já ocorridos no Brasil.



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Quem se lembra do Instituto Purifica?


O Instituto Purifica, ao contrário do que muitos falaram, foi, sim, uma campanha de marketing.
Mas não para, simplesmente, pregar a paz neste mundo.
Isso era só uma máscara.
Na verdade, o Instituto Purifica foi um ARG (Alternative Reality Game), onde o Vírus Instituto Purifica (VIP), que, aliás, é do futuro (de 2084), conseguiu invadir os computadores da MTV e fica mandando mensagens para que as pessoas se "alistem" em seu instituto.
A Resistenzia (RTZ), grande batalhadora, era quem tentava livrar o mundo desse Vírus.

Um alternate reality game (ARG) é um tipo de jogo eletrônico que combina as situações de jogo com a realidade, recorrendo às mídias do mundo real, de modo a fornecer aos jogadores uma experiência interativa.

Os ARGs são caracterizados por envolver os jogadores nas histórias, encorajando-os a explorar a narrativa, a resolver os desafios e a interagir com as personagens do jogo. Este tipo de jogos desenvolve-se a partir de sites, e-mails, telefonemas, entre outros meios de comunicação comuns.

O comercial se tornou febre e pesadelo de milhares de crianças e adolescentes. O personagem principal era uma figura que amedontrava ou instigava à todos. Mas toda essa polêmica fez muita gente passar horas tentando decifrar o jogo, até que logo descobriram a farsa, muito graças à péssima atuação dos apresentadores da MTV, e o jogo saiu do ar poucos meses depois. Hoje o site não está mais no ar e o Instituto Purifica sumiu da MTV ainda em 2006, quando lançado, sem ser comentado posteriormente pela emissora, como se simplesmente não tivesse existido. Atitude de quem fracassou com um projeto que tinha tudo para ser grande. Ou não. Veja um dos comerciais.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Temperatura sobe a 400ºC em região da Jordânia


É notório que em algumas regiões a temperatura poderá ultrapassar seus 50ºC nos próximos 90 anos. Alguns estudiosos holandeses estão alarmados em conseqüência das temperaturas, que aumentaram entre 1,1ºC a 6,4ºC, e declaram que as regiões mais afetadas serão a Índia, a Austrália, a África do Norte e a América do Sul.

De acordo com uma reportagem exclusiva ao site do Terra, na América do Sul, as temperaturas ficarão em torno dos 45ºC, podendo chegar próximo à linha do Equador, e a fronteira da Venezuela com a Colômbia pode ser justamente a região a apontar a mais alta marca verificada em todo o estudo: 52,9ºC.
Os efeitos do aquecimento global na agricultura e na pecuária brasileiras deverão ser mais sentidos, por exemplo, na Região Nordeste, segundo estudo divulgado recentemente. Os pesquisadores dizem que isso deve ocorrer por causa do baixo volume de água disponível atualmente no Polígono da Seca, como afirma o site do Terra.

As principais causas para o aumento crescente da temperatura:
Normalmente são devido às secas. Para se ter um solo seco é preciso ter um solo extremamente ressecado. Para evitar a seca, é preciso ter umidade no local pra se haver um meio natural de respiração, assim não haverá um aumento de temperatura.

Podemos ainda perceber a presença das altas temperaturas quando em um local não se chove há muito tempo; nota-se que o solo fica seco e a evaporação cessa. Então, toda a radiação solar é usada para aquecer, ao invés de provocar a evaporação da água presente na umidade do solo. Devemos perceber que o aumento da evaporação é em consequência do aumento repentino de temperatura.

É devido a isso que o homem deve entrar em ação com o máximo de urgência, evitando esse aumento deliberado da temperatura. Vão algumas dicas:
Não é pararmos nem diminuirmos a emissão de gases como o CO2 e outros gases de efeito estufa, o que não resolveria tudo, mas pelo menos agir rapidamente, o que deixará o processo mais lento.

Devo deixar claro aqui que as extremas temperaturas são raras no sentido de que elas não ocorrerão o tempo todo e nem em todos os anos, mas não tão raras quanto nós gostaríamos. E que é quase certo que as temperaturas vão continuar a subir após a virada do próximo século.

Um exemplo extraordinário de aumento de temperatura aconteceu hoje. E foi catástrófico. E ainda segue sem explicação. Veja à seguir.

"Amã, 7 out (EFE).- As autoridades jordanianas investigam a partir de hoje o que motivou um repentino aumento da temperatura para 400ºC em um local próximo a Amã, informaram fontes oficiais.

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O fenômeno ocorreu nesta terça-feira em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador da província, Abdul Khalil Sleimat.

"O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando", disse o governador.

Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais "foram completamente queimados e desapareceram".

As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.

O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel formado por diversos departamentos e instituições acadêmicas.

O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área.

O diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, Maher Hijazin, informou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado e reagido sob a superfície, gerando o inusitado aumento de temperatura.

Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região. EFE"

sábado, 3 de outubro de 2009

Postal Trident Splash


Já estão em vários displays das principais cidades do Brasil, o novo postal do Trident Splash. Campanha criada pela F.biz, e veiculada pela MiCA, o verso do postal propõe uma diversão no site. O “Sunga Jackpot” é um game divertido de Realidade Aumentada que te prepara para um splash de sabor.

Ficou curioso? Visite o site e vista sua sunga vermelha!



Mas vamos falar do modelo? Sou só eu que acho ele lindo? A sunga é o que menos importa, mas ele não é um modelo malhado e depilado. Ele é magro, é normal, e é lindo!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Filmes Recomendados: Uma Prova de Amor


Há alguns anos, foi lançado um filme chamado A Ilha, no qual humanos eram controlados e sonhavam em ser escolhidos para ir a um lugar paradisíaco, a tal ilha do título. Mal sabiam que na verdade eles eram seres clonados, com o único propósito de fornecer órgãos sobressalentes aos seus originais. Isso é mais ou menos o que acontece com Anna Fitzgerald (Abigail Breslin) na produção Uma prova de amor.

No drama, uma jovem chamada Kate (Sofia Vassilieva) tem leucemia diagnosticada. Sua mãe Sara (Cameron Diaz), uma advogada de sucesso afastada do ofício para cuidar da filha debilitada, e seu pai, o bombeiro Brian (Jason Patric), tentam de todas as maneiras reverter o quadro da doença, e quando veem todas as possibilidades cessarem, são aconselhados por um médico a fazer uma fertilização in vitro para que a criança se torne uma doadora. Anna nasce e desde bebê passa a doar sangue, medula óssea e células para a irmã mais velha. Só que o quadro clínico de Kate não melhora, e a única chance de uma possível recuperação é a doação de um rim. A estas alturas, Anna é uma adolescente de 11 anos e se encheu de todo esse processo cirúrgico, então decide ter uma vida normal; ama a irmã, mas quer ter controle do próprio corpo. Procura o advogado Campbell Alexander (Alec Baldwin) e resolve iniciar um processo contra seus pais, pedindo uma “emancipação médica”.

Sara fica horrorizada com a ação judicial, e como estava acostumada a ganhar todos os casos quando exercia a advocacia, decide a todo custo manter Kate viva. Essa, por sua vez, vive um comovente romance com Taylor (Thomas Dekker), um paciente do hospital que também sofre da mesma patologia. Há ainda o irmão Jesse (Evan Ellingson), que se vê cada vez mais ignorado pelos pais e pouco acrescenta a trama.

As performances dão um tom forte ao drama, principalmente a personagem de Cameron Diaz, logo essa atriz que é sempre criticada por fazer comédias insossas. Aqui, ela mostra extrema profundidade sentimental ao fazer uma mãe que se dedica inteiramente à filha. Há de se notar a pequena, porém memorável, participação de Joan Cusack, como a juíza De Salvo, que emociona por ter passado por um drama pessoal. A direção de Nick Cassavetes abusou do uso de flashbacks para contar a história da família, mas mantém um grande impacto emocional, principalmente por tratar de um dilema ético, e deixar uma dúvida a ser respondida pelo expectador: a decisão de Anna é certa ou errada?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Terceiro filme de Arquivo X em 2012


Bastou apenas uma frase para a atriz Gillian Anderson dilatar as pupilas dos fãs da extinta e cult série Arquivo-X. Durante uma coletiva durante o Sarajevo Film Festival, a intérprete da agente Dana Scully revelou: "É claro que eu aceitaria trabalhar em um novo filme Arquivo-X". O depoimento chamou atenção dos presentes que, claro, pediram mais detalhes sobre esse terceiro filme. E Gillian afirmou que a produção ainda está em estágio inicial e que o roteiro deve ser filmado apenas em 2012.

O primeiro filme Arquivo-X chegou aos cinemas em 1998, quando a série ainda era exibida na TV. O segundo título, que foi batizado como Eu Quero Acreditar, foi lançado em 2008 (cinco anos após o fim da série). O trabalho teve uma recepção morna da crítica, mas não exatamente do público: com uma produção de modestos U$ 30 milhões, o filme conseguiu ganhar U$ 68 milhões nas bilheterias.

E ainda o Bloody-Disgusting aproveitou pra não só confirmar essas conversas do terceiro filme como afirmar que os rumores dão conta de que se trataria de um REBOOT (ressucitar a série).

Vamos aguardar. E torcer!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Turismo: Freedom On Board 2010


Com promessa de ter ainda mais sucesso e ferveção do que sua animadíssima primeira edição, o cruzeiro nacional completamente gay Freedom On Board já tem data marcada para desbravar os mares: início de fevereiro.

Serão quatro quatros dias e três noites de agito ininterrupto a bordo do navio Vision of the Seas. A viagem começa no dia 5 de fevereiro no porto de Santos, segue pelas paradisíacas Ilha Bela e Búzios, e retorna ao porto paulista no dia 8. E para poder curtir com todo o conforto o que o espera, é melhor garantir já o seu lugar porque o tempo passa rápido e a procura só aumenta.

Atrações especias

Como aconteceu em fevereiro deste ano, quando o Freedom On Board marcou história no turismo GLS brasileiro, a badalação, boa música e azaração são alguns dos pontos altos do cruzeiro. Entre as atrações que já estão confirmadas para 2010 estão as cantoras Amannda e Lorena Simpson e a fervida White Party do Rogério Figueiredo.

Imperdível, não? E tem mais ainda. Os pacotes contam com cabines à partir de R$ 900, o roteiro inclui as três noites a bordo, pensão completa (exceto bebidas), festas, além de poder desfrutar de tudo o que o Vision of the Seas possui: casino, piscina ao ar livre, seis hidromassagens, academia de ginástica, spa e muito mais. E o pacote ainda pode ser parcelado em 10 vezes sem juros (pagamento em até 10x sem juros com cheques em 1+9 com ficha TCN ou cartão).

Não perca tempo. Garanta já seu lugar!

Hospedagens duplas à partir de:
• Interna - R$ 900
• Externa - R$ 1090
• Externa c/ Varanda - R$ 1190
• Jr Suíte - R$ 1290
• Grand Suíte - R$ 1290
• Suíte Familiar - R$ 1290
• Owner Suíte - R$ 1290

Turismo: Hora do Horror 2009 no Hopi Hari


Superprodução com recursos cinematográficos deverá reunir 500 mil visitantes em Hopi Hari


A oitava edição da Hora do Horror, maior evento do gênero da América Latina, ocorrerá nos meses de agosto e setembro. O tema deste ano será “O circo dos horrores”, que transformará Hopi Hari em um grande picadeiro repleto de aberrações, palhaços, feras e boa dose e humor negro e magia. A produção envolverá 150 personagens, figurinos bizarros, maquiagem desenvolvida por “expert” da Broadway, trilha sonora e iluminação especiais, mais de 1.200 metros quadrados de túneis tematizados que empregam recursos cinematográficos, shows de abertura e encerramento, festa todas as noites e a tradicional Direversi, montanha-russa ao contrário. Passeio imperdível para jovens e amantes do gênero. Prepare-se! O circo vem aí!

O alerta sobre a chegada do circo será dado às 18h30, quando a iluminação de duas das cinco regiões temáticas do parque, Wild West e Mistieri, será reduzida e uma trilha sonora de suspense tomará conta destas áreas. Com performances incríveis e grande interação com o público, personagens como palhaços, domadores de feras, aberrações, hipnotizadores, ciganas, ventríloquos, medusas e tantos outros dominarão as ruas do parque. Simultaneamente em um palco especialmente montado em Wild West terá início uma encenação coreografada para introduzir o público no contexto do evento. O circo chegou!

Após a apresentação, um DJ convidado assumirá o palco com suas performances, transformando o local numa grande festa a céu aberto. Neste momento os três túneis tematizados passam a receber o público para viver momentos de suspense, sustos e até mesmo gargalhadas.

Nos túneis os visitantes encontrarão cenários como globo da morte, camarim dos palhaços, jaulas das feras, roda da morte, tiro ao alvo, canhão humano dentre tantos outros que surpreenderão a todos com efeitos de alta tecnologia.
Sensores em pontos estratégicos acionarão efeitos de ar comprimido, projeções, sombra chinesa, luz negra e sustos aéreos. Ainda nestes espaços haverão pontes pênsil, corredor circular giratório, quadros falsos e muito mais!

Direversi
O público poderá transitar livremente pelo evento e curtir todas as atrações do parque, especialmente a Direversi, montanha-russa ao contrário, que já é uma tradição na Hora do Horror. A atração funciona na Montezum, em Mistieri, durante todo o dia.


Gran finale
O encerramento da Hora do Horror ocorrerá às 21 horas. Cerca de 10 minutos antes, há a encenação final no palco principal. As luzes do parque voltam ao normal e os personagens saem das ruas. O circo se foi...


Infraestrutura
Hopi Hari é um parque temático com cinco regiões distintas: Kaminda Mundi, Wild West, Infantasia, Mistieri e Aribabiba. Oferece 47 atrações diferentes para as mais diversas faixas etárias e preferências, além de diversos espetáculos culturais. Todas suas regiões contam com sanitários, bebedouros, fraldários e telefones. Reúne 29 pontos de alimentação, três salas de cinema, possui dois teatros, um bar show, quatro salas de projeção (cinema 3D e simuladores), 16 lojas, 14 jogos de diversão e estacionamento para cinco mil veículos. Foi eleito por sete anos consecutivos o Melhor Parque Temático do Brasil, por leitores da revista Viagem e Turismo, editora Abril.


Serviço
H o r a d o H o r r o r 2 0 0 9 – O c i r c o d o s h o r r o r e s
• Onde: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo (acesso pelo km 70,5)
• Quando: de 08 de agosto a 1º de outubro
• Funcionamento: de quinta a domingo, das 11 às 21 horas
• Preço: R$ 49,90 (antecipado) e R$ 59,90 (bilheteria)
• Onde comprar passaporte antecipado: por meio dos telefones (11) 4004-5700 para SP Capital e grande São Paulo e 0800 940 4674 para demais localidades, no site www.hopihari.com.br ou nos representantes autorizados em todo o Brasil.
• Gratuidade: crianças com até um metro de altura e adultos com mais de 60 anos
• Estacionamento: R$ 20,00 (carros e vans) e R$ 15,00 (motos – incluindo serviço para guardar capacetes).
• Transporte: há serviço de transporte que parte de diversos pontos de São Paulo, da região do ABC, de Campinas, Jundiaí, Sorocaba, Guarulhos, Baixada Santista, Londrina, Curitiba e Florianópolis, basta consultar o site (www.hopihari.com.br) e clicar em Informações – Como chegar - para obter informações sobre pontos de partida, horários e valores.
• Pacotes: Hopi Hari e a Gol oferecem pacotes aéreos semanais partindo das mais diversas regiões do Brasil. Os pacotes tem duração de dois ou três dias, incluem hospedagem no The Royal Palm Plaza (Campinas) ou no Quality Resort (Itupeva), transfers, passagens aéreas e passaportes Hopi Hari. Todos os pacotes podem ser parcelados em até 10 vezes no cartão de crédito. Informações, reservas e compra por meio do 0800 940 4674. Há ainda a opção de pacote rodoviário, que inclui os mesmos benefícios e pode ser parcelado em até três vezes.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Comunidade: Bauru Para Turistas


Comunidade criada com o intuito de tornar públicas aos turistas as grandes atrações encontradas em Bauru.

Com quase 400 mil habitantes, Bauru é uma cidade em crescimento e tem localização estratégica no Estado de SP, situando-se no "coração do Estado".

É a 18ª maior cidade do Estado de São Paulo e a 71ª mais rica do País, com destaque para o comércio, call-center e universidades.

Bauru, ainda, tem seu nome em quase todas as cidades do mundo, graças à popularização do tradicional lanche Bauru. Mas pouquíssimos lugares no mundo têm a receita original, que o tornou um dos melhores lanches do mundo! Venha conhecer o verdadeiro Bauru na Cidade Sem Limites!

Entre os tópicos, podemos citar o 1º Circuito da Diversidade Gastronômica de Bauru, a volta do Vitória Rock, o novo Shopping Auto Fest e as novas lojas do Bauru Shopping entre algumas atrações em Bauru Para Turistas. Participe!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Livros: Goosebumps


Você já deve ter ouvido muitas histórias de terror, daquelas que os adultos contam quando querem que a gente fique com medo e vá pra cama mais cedo. Mas e quando as histórias parecem reais?...A Coleção Goosebumps é de deixar qualquer um arrepiado e grudado na leitura. Já teve até um programa de televisão, que deve ter marcado a infância de muita gente, como também marcou a minha. Quem lança a coleção de livros no Brasil é a Editora Fundamento.

Escritos por R. L. Stine, o autor das coleções Fear Street, Nightmare Room, Give Yourself Goosebumps e o extremamente bem-sucedido Goosebumps. Os seus livros emocionantes para adolescentes venderam mais de 300 milhões de cópias em todo o mundo – o suficiente para colocá-lo no Livro dos Recordes Guinness. O Sr. Stine mora em Nova York com sua mulher Jane, e seu filho, Matt.

Veja um resumo de cada livro da coleção abaixo. Cada livro pode ser adquirido por R$ 24,80 e no total são 18 volumes.

Acampamento Fantasma: Você não acredita em fantasmas, não é mesmo? Os irmãos Harry e Alex também não acreditavam... Os pais deles vacilaram e deixaram para marcar o acampamento de férias na última hora. Por isso, os dois garotos ficaram apenas com a opção de ir para um lugar lá no fim do mundo. Fazer o quê? A viagem em um ônibus vazio, sem outros passageiros, já indicava que algo muito estranho estava acontecendo, mas eles nem imaginavam o que os aguardava no Acampamento do Espírito da Lua. Agora eles estão sozinhos, no limite entre a realidade e a fantasia, entre a amizade e o medo, entre a coragem e o coração congelado por calafrios. Pobres garotos! É difícil acreditar que eles vão escapar do acampamento fantasma...!

Sorria e Morra: Greg e seus três melhores amigos estão entediados em plenas férias. Não há nada para fazer na pequena e pacata cidade onde moram. Você já deve ter se sentido assim, sem ter nada de interessante para fazer, não? E é claro que deve ter aprontado alguma! Mas Greg e seus amigos foram longe demais: invadiram a velha e macabra mansão Coffman, uma imponente propriedade abandonada há muitos anos. Greg resiste até o último instante à idéia de entrar na mansão, mas, uma vez lá dentro, descobre algo que pode mudar terrivelmente o destino de seus amigos. Somente com muita sorte e coragem ele poderá salvar as pessoas de quem tanto gosta do perigo que ele agora representa. Ah, Greg! Eu não queria estar na sua pele...

Como Matar Um Monstro: Clark adora HQs de terror, mas no fundo morre de medo de criaturas como os monstros do pântano. Sua irmã Gretchen sabe disso e encontra o local ideal para apavorar o garoto: o pântano sombrio que rodeia a estranha casa de seus avós, que mais parece um castelo sinistro. Ali Gretchen vai descobrir que Clark tem toda razão em temer as pavorosas criaturas do pântano. Os dois irmãos vão ter que ser muito espertos e unidos se quiserem sobreviver. Mas eles têm poucas chances, pois o pântano é um lugar muito bizarro, misterioso... e perigoso!

Sorria e Morra... Outra Vez: O que têm em comum uma máquina fotográfica muito estranha, um acampamento assustador e um fim de semana na casa dos avós, perto de um pântano escuro e aterrorizante? Tudo! Esses são alguns dos temas da Coleção Goosebumps. Essa série vai deixar todo mundo de olhos arregalados! Leia se tiver coragem!...

A Praia Fantasma: Terri e Jerry vão passar as férias da escola na praia. Lá, eles conhecem Sam, Louisa e Nat e começam a explorar o local. Num dos passeios, eles descobrem o esqueleto de um cachorro, e Sam diz que um fantasma deve tê-lo devorado. Terri e Jerry não costumam acreditar facilmente em fantasmas. Mas, Jerry já está farto – e assustado – com tantas histórias de assombração. Por que será que Sam e seus irmãos acreditam tanto em fantasmas? Será que eles já viram algum?

Um Dia no Parque do Terror: A família de Lizzi queria ir ao Jardim Zoológico, mas acabou se perdendo. A sorte foi ter encontrado um outro parque de diversões superlegal: o Parque do Terror. As atrações são bem assustadoras. Um brinquedo mais amedrontador que o outro. Mas, de repente, coisas bizarras começam a acontecer, e o que era diversão se torna real demais...

Bem Vindo à Casa Dos Mortos: Ter que mudar de cidade e deixar os amigos não é nada fácil. Imagine ter que morar em uma nova casa, que, na verdade, mais parece um velho casarão assombrado?! Josh e Amanda não estão nada à vontade com a decisão dos seus pais, mas tentam se acostumar. As coisas pioram quando Petey, o cachorro deles, começa a agir de um modo muito estranho, e quando Amanda diz que está vendo vultos de crianças pela casa. Será que é só a imaginação dela? E se... essa “imaginação” continuar?

O Mistério do Boneco: Lindy e Kris são gêmeas, fazem quase tudo juntas e até se vestem parecido. Um dia Lindy encontra um boneco ventríloquo numa caçamba e decide ficar com ele. Kris também ganha um e parece que o presente é muito legal. Só que ele começa a ofender as pessoas como se tivesse vida própria. Kris jura que não foi ela, mas seus pais estão muito zangados. O que ela não sabe é que o pior ainda está por acontecer...

O Espantalho Anda à Meia-Noite: Jodie adora visitar os avós na fazenda. Tudo bem, não é o lugar mais animado do mundo, mas as histórias assustadoras que o avô dela conta são ótimas, e as panquecas com gotas de chocolate da avó são fantásticas. Mas, neste verão, a fazenda está muito diferente. O milharal não está muito bonito, e os avós de Jodie parecem estar muito cansados. Além disso, o espantalho que eles tinham foi trocado por outros doze com uma cara estranha... Certa noite, Jodie vê algo realmente esquisito. Parece que os espantalhos estão se mexendo e se contorcendo nas estacas! Será que eles estão criando vida...?

A História da Minha Cabeça Encolhida
: No game preferido de Mark, as cabeças encolhidas ajudam o herói a conseguir mais vidas. Por isso, ele fica muito feliz quando ganha de sua tia Benna – uma cientista que mora na ilha de Baladora – uma cabeça encolhida de verdade. Mas a felicidade dura pouco… A cabeça começa a brilhar, e Mark tem de viajar para a ilha tropical. Lá, as aventuras na floresta se tornam perigosas e assustadoras. Será que Mark conseguirá sobreviver a esse jogo ou será game over?

Fique Londe do Porão: O dr. Brewer está fazendo experiências com plantas no porão de sua casa. Não há motivos para preocupação. “É tudo inofensivo”, ele diz. Mas Margaret e Casey Brewer estão preocupados com o pai. E a preocupação aumenta depois que eles encontram algumas plantas esquisitas lá embaixo... Os dois percebem que o pai está começando a agir como uma planta e que está ficando meio verde... Será que aquilo faz parte das experiências inofensivas do dr. Brewer? Ou será que ele tem mais jeito com plantas do que todos acreditam?

O Lobisomem do Pântano da Febre: Tem alguma coisa esquisita acontecendo no Pântano da Febre. Alguma coisa realmente horrível. Tudo começou com uns uivos esquisitos à noite. Depois, aquele coelho apareceu todo despedaçado. Todos pensam que o novo cachorro de Grady é o culpado. Afinal, ele parece um lobo. Mas Grady sabe que seu cachorro não tem nada de diferente. Além disso, cachorros não somem à meia-noite nem se transformam em criaturas apavorantes em noites de Lua cheia. Ou será que eles fazem isso?...

Ele Saiu de Baixo da Pia: Kat e seu irmão, Daniel, têm muita sorte. Eles acabaram de se mudar para uma casa nova com muitos quartos, dois terraços e um jardim do tamanho de um campo de futebol! Mas toda essa boa sorte está para acabar. Porque existe uma coisa realmente malvada morando na casa nova. Uma coisa que está se mexendo. Observando. Esperando. Uma coisa que saiu de baixo da pia da cozinha...

Ovos Monstruosos: Uma caça aos ovos. É isso o que Brandy, a irmã pestinha do Dana, quer de presente de aniversário. E tudo o que a Brandy quer ela consegue. Dana sempre detestou essa brincadeira, mas dessa vez algo diferente aconteceu: ele encontrou o ovo. Não um ouvinho qualquer, mas uma coisa estranha, bem maior do que um ovo normal e todo coberto de veias azuis e roxas... O que será que vai sair lá de dentro quando a casca se quebrar?...

Bem-Vindo ao Acampamento dos Pesadelos: A comida não é grande coisa. Os monitores são um pouco estranhos. E o diretor do acampamento, o tio Al, parece ser meio perturbado. Mas tudo bem, Billy consegue aguentar isso tudo. Só que, de repente, seus amigos começam a desaparecer. O que está acontecendo? Porque seus pais não respondem as cartas? O que anda à solta lá fora durante a noite? O Acampamento dos Sonhos está mais para Acampamento dos Pesadelos! E Billy pode ser a próxima vítima...

Sangue de Monstro: Enquanto passa uns dias na casa de sua tia-avó Kathryn, Evan vai a uma loja muito esquisita e compra uma lata empoeirada de Sangue de Monstro. O cachorro de Evan, Gatilho, gosta tanto do novo brinquedo que até come um pedaço! Então, Evan repara que tem algo estranho naquela gosma verde: ela parece estar crescendo. Cada vez mais... Cada vez mais! E, quanto mais cresce, maior fica seu apetite sanguinário...

A Maldição da Tumba da Múmia: A comida não é grande coisa. Os monitores são um pouco estranhos. E o diretor do acampamento, o tio Al, parece ser meio perturbado. Mas tudo bem, Billy consegue aguentar isso tudo. Só que, de repente, seus amigos começam a desaparecer. O que está acontecendo? Porque seus pais não respondem as cartas? O que anda à solta lá fora durante a noite? O Acampamento dos Sonhos está mais para Acampamento dos Pesadelos! E Billy pode ser a próxima vítima...

Um Choque na Rua Shock: Isso é que é tratamento de choque! Erin Wright e Marty, seu melhor amigo, adoram filmes de terror. Principalmente os da série Choque na Rua Shock. A Rua Shock é habitada por várias criaturas assustadoras: tem o Sapão, o Cara de Macaco e o Mutilador Maluco. Mas a Erin e o Marty tomam o maior susto ao visitar o novo Parque Temático dos Estúdios Choque. Primeiro, o carrinho onde eles estão emperra na Caverna das Criaturas Abomináveis. Depois, são atacados por um grupo de louva-a-deus gigantes! A vida real é bem mais assustadora do que os filmes. Mas a Rua Shock não existe de verdade, certo?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Rádio on-line: Trash 80's


A Rádio Trash foi criada para aqueles que querem matar saudade e se divertir com os hits 80s, principalmente as músicas mais tocadas na festa Trash 80’s, sucesso absoluto em São Paulo, com variedade de gêneros que vai do popular ao cult.

A Rádio Trash pode ser ouvida por qualquer um, e a pessoa ainda pode escolher a estação preferida. O cadastro é necessário apenas para aqueles que desejarem criar listas com as músicas que mais gosta. Para gerar listas personalizadas, basta efetuar o cadastro e criar login e senha. Assim, será possível montar uma rádio com seu próprio estilo e acessá-la sempre que quiser.

Entre as estações, pode-se escolher entre Black Trash, Brega Brasil, Carnatrash, Cinema Trash, GLS Trash, Halloween nacional e internacional, Infância Trash, Luar do Sertão, Trash In Love, New Wave Party, novelas nacionais e internacionais, Pop Trash, Rap 80's, Trash Brasil, Trash Caliente, Trash Euro Dance, Trash no Groove, Trash Poser, Trash Wave, Verão Trash, Natal Trash nacional e internacional, 7 anos nacional e internacional, além de Michael Jackson solo and with friends, Cristian Pior e The B-52's.

Não é preciso baixar nada, apenas curtir em streaming. Comece a ouvir já, clicando aqui.